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A ONU quer mandar em nossos filhos: você vai permitir?

Quem está acostumado com as recentes distopias criadas pela literatura e rapidamente adaptadas para o cinema, não vai parecer estranha a decisão da ONU (órgão antidemocrático e transnacional) de intrometer-se na intimidade das famílias de todas as nações. O filósofo grego Platão é o inspirador secreto de todas essas obras. Para esse pensador, os filhos são propriedade da cidade, não de seus pais. Por isso, é direito dos governantes retirar os filhos de seus pais e educar-lhes como melhor lhes convier. E uma das orientações que a ONU deu esses dias é que o ensino religioso dado pelos pais configura violação dos direitos humanos. Ora, nós, cristãos, não podemos aceitar isso.

Vimos recentemente que o ensino da religião da família é um direito natural dos pais. Nenhuma entidade de qualquer tipo pode limitar ou cercear esse direito. Mesmo que um país democrático impusesse a seus cidadãos uma lei desse tipo poder-se-ia tolerá-la. Os cristãos deveriam se tornar foras-da-lei, pois leis injustas não devem ser obedecidas. O que se dirá da tentativa de intervenção da ONU, uma organização antidemocrática, sem representatividade e sem legitimidade para intervir em estados nacionais legitimamente constituídos.

Não tenhamos respeito humano. Ensinemos aos nossos filhos a religião que acreditamos ser a mais correta. E não fujamos do dever de defender nosso país dessas indevidas e perigosas intromissões em nossa família. A família precisa ser defendida desses ataques e o silêncio não nos defenderá. É preciso falar! É preciso lutar pelas nossas famílias. É preciso ter representantes que nos ajudem a levar nossas demandas ao cenário nacional.

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