Não seja injusto, não tatue os erros de seu cônjuge na carne | 71 de 365

Não seja injusto, não tatue os erros de seu cônjuge na carne

O tema do momento é a injusta tatuagem marcada no rosto do criminoso por dois cidadãos indignados. Atitude imoral e desproporcional. Nós, cristãos, não devemos achar normal esse tipo de ação. A Lei de Talião não é o código de conduta daquele que foi lavado no Sangue do Cordeiro. O perdão, não a vingança, é a régua moral do cristão. Não se trata de bom-mocismo barato, não é isso. O fato é que a reprimenda ao criminoso foi maior que a ofensa impetrada. Um critério da teologia moral é que sejam proporcionadas as ações em sociedade. Um castigo público e sem prazo é desproporcionado ao mal cometido no caso em questão.

Mas veja: se é cruel e desproporcional tratar assim um criminoso, que se dirá tratar assim aquele que é carne de sua carne? Se é extremamente injusto com o ladrão marcar em sua carne o seu crime, quão mais grave é o cônjuge que tatua na testa do outro o seu pecado? Com essa atitude, nós não permitimos que os outros se apresentem para nós de uma forma nova, sem os erros do passado. Ninguém deve receber a marca de criminoso para sempre. Ninguém! Mesmo o fratricida Caim foi poupado por Deus: “ninguém toque em Caim”. Nenhum pecado é imperdoável, a não ser o desespero, que é desconfiar do poder santificador, purificador e libertador do Espírito Santo.

Se Deus perdoa todos os pecados, por que você não perdoa o seu cônjuge? Se Deus perdoa os seus pecados frequentes e reiterados, por que você marca na testa de sua esposa o erro dela? Você por acaso é mais sábio e justo que Deus?

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